Dr. Tompson Pecini Pneumologia · CRM-ES 7566 · RQE 4753 Agendar consulta

Pneumologia · Cachoeiro de Itapemirim, ES

Cuidado de quem respira com dificuldade.

Consulta pneumológica, espirometria e broncoscopia para adultos, com avaliação clínica e funcional do pulmão.

Dr. Tompson Paganote Pecini — Médico
CRM-ES 7566 · RQE 4753 — Pneumologia

PFE CVF Fluxo (L/s) Volume (L) insp.
Curva fluxo-volume — o registro obtido na espirometria, exame que mede quanto ar o pulmão movimenta e com que velocidade.

Atendimento

Consulta e exames

A avaliação começa sempre pela consulta. Os exames complementares são indicados a partir dela, conforme a necessidade de cada caso.

Consulta pneumológica

História clínica, exame físico, revisão de exames anteriores e definição do plano de investigação e tratamento. Inclui orientação sobre uso correto de dispositivos inalatórios.

Consultório

Espirometria

Exame que mede volumes e fluxos respiratórios, com ou sem prova broncodilatadora. Usado no diagnóstico e no acompanhamento de asma, DPOC e outras doenças respiratórias.

Consultório

Broncoscopia

Exame endoscópico das vias aéreas, com possibilidade de coleta de material para análise (lavado, escovado e biópsia), conforme a indicação clínica.

Ambiente hospitalar

Condições tratadas

O que é avaliado no consultório

Doenças que afetam brônquios, pulmões e pleura, em adultos. Esta lista é orientativa — sintomas respiratórios persistentes merecem avaliação mesmo que não apareçam aqui.

Asma
Diagnóstico, avaliação do controle e ajuste do tratamento inalatório
DPOC
Doença pulmonar obstrutiva crônica: diagnóstico funcional e acompanhamento
Tabagismo
Avaliação do dano pulmonar e apoio ao processo de cessação
Tosse crônica
Investigação da tosse que persiste por mais de oito semanas
Dispneia a esclarecer
Falta de ar sem causa definida, incluindo avaliação funcional
Nódulo pulmonar
Conduta diante de achados em tomografia ou radiografia
Pneumonias e infecções respiratórias
Quadros agudos, de repetição e de resolução lenta
Doenças intersticiais
Fibrose pulmonar e outras doenças difusas do pulmão
Bronquiectasias
Acompanhamento clínico e manejo das exacerbações
Doenças da pleura
Derrame pleural e espessamentos pleurais
Tuberculose
Investigação diagnóstica e acompanhamento do tratamento
Avaliação pré-operatória
Estimativa de risco respiratório antes de cirurgias

Distúrbios do sono não fazem parte do escopo deste consultório.

Antes do exame

Preparo de exames

As orientações abaixo são gerais. O preparo definitivo é o que foi informado no agendamento — em caso de dúvida, confirme pelo WhatsApp antes de comparecer.

Espirometria
  • Traga documento com foto, cartão do convênio e o pedido do exame.
  • Traga também exames respiratórios anteriores, se tiver, e a lista dos medicamentos em uso — inclusive as bombinhas, com os nomes das embalagens.
  • Sobre as medicações inalatórias: pergunte ao médico se deve suspendê-las e por quanto tempo. Não suspenda nada por conta própria.
  • Evite refeição volumosa nas duas horas anteriores. Não é necessário jejum.
  • Não fume no dia do exame e evite café ou bebidas com cafeína nas horas que antecedem.
  • Venha com roupa folgada, que não aperte o tórax nem o abdome.
  • Chegue com 15 minutos de antecedência e descanse antes de iniciar.
  • Se estiver com gripe, tosse intensa ou infecção respiratória no dia, avise: o exame pode precisar ser remarcado.
Broncoscopia
  • Exame realizado em ambiente hospitalar, com sedação. O preparo é confirmado individualmente no agendamento.
  • Jejum conforme a orientação recebida — em geral de sólidos e líquidos por algumas horas antes.
  • Informe com antecedência o uso de anticoagulantes ou antiagregantes (varfarina, rivaroxabana, clopidogrel, AAS e semelhantes): a suspensão, quando necessária, precisa ser programada.
  • Informe também alergias, doenças cardíacas, diabetes e uso de insulina.
  • Traga tomografia e demais exames de imagem em mãos, além do pedido do exame e documentos.
  • Venha acompanhado por um adulto. Por causa da sedação, não é permitido dirigir depois do exame.
  • Reserve o restante do dia para repouso.

Sobre

Formação e atuação

Médico pneumologista, formado em 1999, com atuação em Cachoeiro de Itapemirim desde 2004, entre serviço público, hospital e consultório.

Graduação
Medicina — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 1999
Residência
Clínica Médica — Universidade Federal Fluminense (UFF)
Pneumologia — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 2003
Registro
CRM-ES 7566 · RQE 4753 — Pneumologia
Atuação
Pneumologista da Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (SESA-ES) desde 2004
Broncoscopia — Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI)
Hospital Unimed
Sociedades
Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT)
Sociedade Capixaba de Pneumologia
American Thoracic Society (ATS)
European Respiratory Society (ERS)

Artigos

Informação para pacientes

Textos de caráter educativo, escritos para leigos. Não substituem a consulta nem servem para autodiagnóstico ou automedicação.

Asma

Asma controlada não é asma sem tratamento

É comum interromper a bombinha de manutenção quando os sintomas desaparecem. O raciocínio parece lógico, mas a asma é uma doença inflamatória: o remédio preventivo age sobre a inflamação dos brônquios, que continua presente mesmo em dias bons. Sentir-se bem é, em grande parte, resultado do tratamento — não sinal de que ele deixou de ser necessário.

Asma controlada significa poucos sintomas diurnos, sono sem interrupção por falta de ar, nenhuma limitação nas atividades habituais e uso raro da bombinha de alívio. Quando o alívio passa a ser usado várias vezes por semana, o controle está insuficiente — e o caminho é reavaliar o tratamento, não aumentar o resgate por conta própria.

A dose correta pode ser reduzida com o tempo, mas essa redução é planejada em consulta, com o controle documentado. Suspender sozinho é o motivo mais frequente de crise evitável.

DPOC

Por que a espirometria é indispensável no diagnóstico de DPOC

Falta de ar, tosse com catarro e história de tabagismo levantam a suspeita de doença pulmonar obstrutiva crônica, mas não fecham o diagnóstico. Sintomas semelhantes aparecem na asma, na insuficiência cardíaca, nas bronquiectasias e no descondicionamento físico — cada um com tratamento diferente.

A espirometria mede o ar que sai do pulmão e a velocidade com que sai. É esse registro que demonstra a obstrução das vias aéreas e mostra se ela persiste após o broncodilatador, característica que define a DPOC. O exame também quantifica a gravidade, o que orienta a escolha do tratamento e permite acompanhar a evolução ao longo dos anos.

Na prática, é o exame que separa o tratamento certo do tratamento aproximado — e leva cerca de quinze minutos.

Tosse

Tosse crônica: quando parar de esperar que passe

A tosse de uma virose costuma ceder em até três semanas. Quando passa de oito semanas, é chamada de crônica e merece investigação — não porque seja necessariamente grave, mas porque tem causa identificável na maioria dos casos.

As causas mais frequentes em adultos que não fumam são poucas e conhecidas: gotejamento nasal posterior por rinite, asma em sua forma tosse-predominante, refluxo gastroesofágico e o uso de certos anti-hipertensivos. Em quem fuma ou fumou, o leque se amplia e a investigação por imagem ganha peso.

Sinais que pedem avaliação sem espera: sangue no escarro, perda de peso, febre persistente, falta de ar progressiva, rouquidão que não melhora ou alteração em exame de imagem. Xaropes de uso contínuo apenas mascaram o sintoma enquanto a causa segue sem tratamento.

Contato e localização

Consultório

Endereço
Av. Francisco Lacerda de Aguiar, 22
Edifício Pasteur, Sala 502
Gilberto Machado — Cachoeiro de Itapemirim, ES
CEP 29300-055
Telefone
(28) 3515-0919
WhatsApp
(28) 99926-0919
Atendimento
Segunda a quinta-feira, em horário comercial
Não há atendimento às sextas-feiras
Convênio
Unimed
Particular
Valores e formas de pagamento informados no agendamento
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